Falando de maneira geral, existe muita coisa nessa vida sobre a qual ninguem fala. Uma delas e sobre a volubilidade das pessoas. O ser humano e voluvel. Eu sou voluvel. Voce e voluvel. Todos somos.
O problema e que nos nao sabemos lidar com essa condicao, tanto interna quanto externamente. E sim, ha diferenca.
Internamente e como voce lida com sua condicao de ser voluvel. Isso afeta as outras pessoas, suas expectativas, esperancas e etc. E voce e responsavel por isso. Logo, e preciso entender sua volubilidade e saber medir suas acoes de acordo com ela.
Externamente e como voce lida com a volubilidade das pessoas que te cercam. Ter a sensibilidade pra perceber o que exagero de momento e o que e verdade. A excitacao do momento faz voce exagerar e falar o que pensa que sente. Se isso acontece com voce, acontece tambem com as outras pessoas em relacao a voce. E um ciclo vicioso.
Se todos entendessemos nossa condicao de ser mutante conviveriamos melhor uns com os outros. Sem esperancas, sem expectativas, sem amanha. Hoje basta.
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
Coisas que eu descobri
Descobri que não sei lidar com traumas. Não supero meus traumas. Não me pergunte nada sobre eles, não sei dizer.
Tudo o que sei sobre meus traumas é que eles estão enterrados muito fundo, num lugar que eu não alcanço pra que eles não me incomodem.
Hoje é dia dos pais e eu vou telefonar pro meu, descobrir como vai a vida dele, o que ele tem feito, como estão seus filhos (meus irmãos), mas não tenho muito o que escrever sobre meu pai. Sei que é um cara que mudou muito, que cometeu seus erros e até hoje tenta reconstruir sua vida. Sei também que ele ama muito seus filhos, todos os 4, mesmo que 2 deles ele não saiba dizer quantos anos tem. Mas não sei dizer o que aprendi com ele. Não lembro de um conselho que ele tenha me dado, não lembro de ter compartilhado momentos ruins com ele. Não estou dizendo que nada disso aconteceu, só que eu não lembro, porque como eu disse no começo desse post, soterrei meus traumas de separação e etc, e não me lembro muito do meu pai enquanto pai.
Será que preciso desenterrar esses traumas pra seguir minha vida e encarar meus próprios demônios?
Feliz dia dos pais.
Tudo o que sei sobre meus traumas é que eles estão enterrados muito fundo, num lugar que eu não alcanço pra que eles não me incomodem.
Hoje é dia dos pais e eu vou telefonar pro meu, descobrir como vai a vida dele, o que ele tem feito, como estão seus filhos (meus irmãos), mas não tenho muito o que escrever sobre meu pai. Sei que é um cara que mudou muito, que cometeu seus erros e até hoje tenta reconstruir sua vida. Sei também que ele ama muito seus filhos, todos os 4, mesmo que 2 deles ele não saiba dizer quantos anos tem. Mas não sei dizer o que aprendi com ele. Não lembro de um conselho que ele tenha me dado, não lembro de ter compartilhado momentos ruins com ele. Não estou dizendo que nada disso aconteceu, só que eu não lembro, porque como eu disse no começo desse post, soterrei meus traumas de separação e etc, e não me lembro muito do meu pai enquanto pai.
Será que preciso desenterrar esses traumas pra seguir minha vida e encarar meus próprios demônios?
Feliz dia dos pais.
quinta-feira, 5 de agosto de 2010
Sobre cortar dedos
Dizem que a melhor forma de superar um amor é com outro amor. Mas será que isso funciona pra tudo? A melhor forma de superar uma decepção é com outra decepção? Seria como cortar um dedo fora pra melhorar dor de cabeça.
Faço isso com uma certa frequência, cortar dedos quando estou com dor de cabeça. A cabeça realmente para de doer, mas aí a merda do dedo faz uma falta danada. Além de doer mil vezes mais. Foi como aprendi a lidar com minhas dores de cabeça e minhas decepções.
E vivo assim, cortando meus dedos, colecionando decepções e decepcionando também, já que sou humano como qualquer outro.
Faço isso com uma certa frequência, cortar dedos quando estou com dor de cabeça. A cabeça realmente para de doer, mas aí a merda do dedo faz uma falta danada. Além de doer mil vezes mais. Foi como aprendi a lidar com minhas dores de cabeça e minhas decepções.
E vivo assim, cortando meus dedos, colecionando decepções e decepcionando também, já que sou humano como qualquer outro.
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